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Os judeus consideram a sua religião a única para os judeus;
jamais condenam, porém, o devoto de qualquer outra fé. Diz-nos o
Talmud: “Os justos de todas as nações merecem a imortalidade”.
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Acreditam eles em certos conceitos éticos essenciais:
decôro, benevolência, justiça e integridade. A estes consideram verdades
eternas, mas sem se arrogarem o monopólio dessas verdades, pois reconhecem
que toda grande fé religiosa as descobriu. Era o que Rabi Meir tinha em
vista quando, há cerca de dezoito séculos, afirmou “Gentio que segue a
Torá não é inferior ao nosso Sumo Sacerdote”.
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