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Brit-Milá, a circuncisão da criança do sexo masculino
uma semana após seu nascimento, é o mais antigo rito da religião
judaica(8).
Era praticado pelos patriarcas desde antes da existência das leis de
Moisés e se acha tão indelevelmente gravado na tradição que nenhuma
transferência é permitida, nem por causa do sábado nem pelo Dia da
Expiação. A cerimônia só pode ser postergada quando a saúde da criança
não a permite.
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Alguns estudiosos explicam a exigência como uma
medida sanitária e a moderna ciência médica deu apoio a essa teoria
aconselhando a circuncisão como processo rotineiro na maioria das
maternidades dos Estados Unidos.
O Judaísmo, porém, considera o rito da
circuncisão um símbolo exterior que liga o menino à sua fé.
Não é um sacramento que o introduz no Judaísmo; essa introdução
é operada pelo nascimento. A circuncisão confirma a condição da
criança e representa um emblema de lealdade à fé israelita.
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